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O poeta não morre

Quarta-feira, 19.09.12

 

Num mundo de veleidades absolutas
O poeta transcende o infinito
Constrói obras com palavras resolutas
Edifica pensamentos lenitivos
Em seu contexto realça-se a beleza
Nasce sua obra, indelével poema
Imperecivel,  sua história e grandeza
E a infinita saudade de sua pena.
Em seu leito de luz e de Glória
Descansa o poeta da vida terrena,
Deixando legado, inquestionável Vitória
E no Canto da lira, sua vida plena.

 

Cecília Rodrigues

 

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publicado por Cecilia Rodrigues às 22:08

Beijo poético...

Terça-feira, 11.09.12

 

 

 

Doce beijo que te dei…

Sonhando com um poema…

para o papel transportei…

No bico de minha pena …

 

Cecília Rodrigues

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publicado por Cecilia Rodrigues às 14:52

Pensamentos...

Segunda-feira, 10.09.12

 

“Não queiras ir muito além … contenta-te com o que a vida te apresenta, faz que cada segundo de tua vida seja um presente … um presente para o futuro … assim quando lá chegares nada te surpreenderá…”

 

 

 

No mais alto da montanha, abres os teus braços e sorris…sorris, porque estás vivo…és um sobrevivente deste tempo…e um crente no futuro…e porque tu acreditas … esta será a tua prenda dos Céus.

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publicado por Cecilia Rodrigues às 20:22

Fadinho

Segunda-feira, 10.09.12

  

Este poema, foi inspirado ao som do nosso célebre "Fadinho Serrano.

 

Olá gente boa!

Quero vos louvar,

Neste mês d'Agosto

Quero aqui ficar,

Quero aqui ficar...

Sempre aqui convosco

Olá gente boa!

Neste mês d'Agosto

 

Sei que vou embora

Logo ao sol posto,

Para quem namora

É grande desgosto,

É grande desgosto...

Ter que ir embora

Digo à gente boa,

Para quem namora.

 

 

Quero aqui voltar

Ver o meu amor,

Não vá ele pensar

Que não tenho dor,

Que não tenho dor...

Alma que não chora,

Mas p'lo meu amor

Não quero ir embora.

 

"Não quero ir embora...

Eu quero ficar,

Amigos e amigas,

Aqui neste lugar,

Aqui neste lugar...

Mora o meu amor

Não quero voltar...

Pra não sentir dor."

 

 

Cecília Rodrigues

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publicado por Cecilia Rodrigues às 19:50

Ausência & Sonhos

Segunda-feira, 10.09.12

 

Olho ao redor não te vejo,

Só um sentir abrasador,

Palpita o peito, ferve a fronte

Sonhos loucos, minha dor.

Tudo é tão frio e vago,

Se não estás aqui (ausente)

Sou como lírio sedento,

Sem gota d’agua pendente…

Em meu delírio te anseio,

Não me dês tal sofrer,

Ó! Cruel noite sem fim…

Abre a porta ao Alvorecer!

 

 

 

RJ- Novembro-1978

 

 

 

 

“Sonhos”

 

Botei os olhos á janela

E vi a vida passar,

Passaram também meus sonhos

E eu fiquei a olhar.

Passaram tantos, tantos,

Das minhas mãos a fugir

Ainda tentei alcançá-los,

Mas qual? – Não consegui!

Meu Deus, como se vão…

Ligeiros como o vento.

Dos sonhos que sonhei,

Só encontrei um lamento.

 

11-05-1980

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publicado por Cecilia Rodrigues às 19:24

A Natureza Chora

Segunda-feira, 10.09.12

 

Conversei com a natureza enquanto bela...

Vi borboletas poisarem na pétala perfumada...

Vi ninhos. Verdadeiras obras artesanais.

Senti o vento, que de leve meu cabelo tocava...

Senti o beijo do sol, brilhando nos quintais.

 

Depois...

 

A natureza chorou lágrimas tristes...

Viu borboletas, nas pétalas, acuadas...

Os ninhos desfeitos em tórridas cinzas...

Que o vento leviano, sem dó espalhava.

Densas nuvens de negro fumo pairavam...

E o subtil beijo do sol, que brilhava…

No rosto em fogo do céu que queimava...

Perdeu-se, à procura do meu que chorava.

 

 

 

Www.cecypoemas.com

 

Momento sentido aquando os fogos continuavam assolando o meu país, e as gotas que caindo dos nossos olhos formavam um caudal de imensa tristeza...em...Portugal! Julho/2005

“Veleiro de saudades”

 

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publicado por Cecilia Rodrigues às 19:05

Canto,saudade...

Segunda-feira, 10.09.12

  

Todos cantam o desamor

Isso, eu não posso cantar

Desse mal eu não padeço

Há! Quem dera esse chorar.

É de outra dor que aqui falo,

De um tal modo eu me abalo,

Que insisto e não me calo

Canto para amenizar.

Desconheço a indiferença,

Longe de mim o desdém.

Em meus versos a tristeza,

Tristeza de não ter mãe.

Sou como ave sem ter ninho,

Como amor, sem ter carinho,

Andarilho tão sozinho,

Um sofrer igual não tem.

Terra seca, folha morta,

É este meu triste cantar,

Quando deste peito brota,

Qual botão a desabrochar.

Vida oca amor sem vida,

Em meu peito tem guarida,

E como a rosa é querida,

Querida é a Rosa do meu lar.

 

 

RJ-Outubro-25-1978

 

Cecília Rodrigues -"Veleiro de saudades" Edição 2011

 

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publicado por Cecilia Rodrigues às 18:38





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